Você, caro leitor, já ouviu alguma vez esta palavra – tenho certeza que sim! Flamboyant, segundo o dicionário Michaelis, é o nome de duas árvores de belas flores, originárias de Madagáscar (Poinciana regia e Colvillea racemosa), da família das Leguminosas-cesalpiniáceas; flor-do-paraíso.
Há porém, um fato curioso que há muito vem chamando a atenção dos estudiosos do assunto quanto as suas sementes. Elas para que possam germinar necessitam sofrer a ação de uma pequena “lixada” na sua frágil casca pois caso contrário ela, sem esta ação, permanecerá em estado de dormência.
Assim como as sementes desta pitoresca árvore, encontramos indivíduos que parecem estar também em estado latente não se dando conta que as engrenagens da evolução não param um instante sequer na sua marcha contínua em direção ao futuro. E ali em estado quase vegetativo, acomodados na situação em que se encontram deixam de participar desta grande aventura.
Porém um fato surge quando a natureza em toda a sua sabedoria tenta despertar a atenção adormecida de seus colaboradores (ou seria moradores?), através de pequenas “lixadas”. É a perda de um ente querido dali, de um grande amor de lá ou uma oportunidade de ocupar um bom lugar no mercado de trabalho devido à ausência de uma qualificação a mais em seu “currículum vitae”. Enfim, são pequenos acontecimentos denominados como desgraças pelos mais pessimistas (que se dizem ser “realistas”) e como oportunidades de melhora pelos mais auspiciosos, que nos fazem repensar as nossas atitudes e traçar novas metas orientados, naquele momento, pela lição vivenciada.
Estamos, sem dúvida nenhuma, sujeitos, no nosso contínuo aprendizado, a sofrer as chamadas influências alterando o curso na maioria das vezes das nossas decisões. Porém é importante salientarmos que estas influências (boa ou más) que partem dos mais variados arquivos pessoais, só encontraram guarida em nosso coração se dermos a ela o terreno propício para o seu desenvolvimento. Em outras palavras: Se alimentarmos o nosso subconsciente com pensamentos e frases altamente resistentes a benéfica “lixada” em nossa casca, como aquele famoso “Não vai dar certo!” ou aquele velho “Não vou conseguir!” ou até mesmo o repetido “Há se eu tivesse mais sorte!”; certamente não atingiremos jamais os nossos objetivos. Devemos observar sempre o teor dos conselhos e das críticas que nos são direcionados abrigando somente aquelas que possam vir a nos auxiliar na nossa melhora pessoal e profissional. Caso isto não seja feito, iniciaremos (inconscientemente) a nossa caminhada derrotados e convencidos que não conseguiremos atingir com sucesso, por mais que nos esforcemos, os nossos objetivos
É preciso mudar com urgência as nossas atitudes tornando-as cada vez mais proativas. Por isso aproveitemos, neste momento, desta riquíssima lição das Flamboyant, fazendo com que as vicissitudes da vida sejam direcionadas ao nosso favor e em prol da nossa melhora e reforma íntima.
Afinal é apenas uma “lixadinha”. Não é mesmo?
Pense nisso! Um grande abraço e muito sucesso na conquista de seus objetivos!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Tuesday, April 23, 2013
Sunday, March 31, 2013
PALAVRAS MÁGICAS - OS ELOGIOS”
Elogie sempre que puder, porém com sinceridade e sem excesso. Qualquer pessoa gosta de receber elogios e às vezes, dependendo do momento e da situação, esta ação possui um valor inestimável.
Certa vez uma amiga me contou um segredo de como ela fazia para conquistar novos amigos: Quando ela chegava a um estabelecimento e era atendida por alguma funcionária mal preparada, mal humorada e sem o conhecimento da importância do tratar bem os clientes, e diante do famoso "QUÊ É QUE SE QUÉ?" procurava em um momento oportuno elogiar o cabelo, a roupa ou algum acessório daquela pessoa. Dali por diante tudo era uma questão de tempo para que aquela funcionária a tratasse bem e a atendesse com prazer, fornecendo-lhe muito mais que ela queria, pelo simples fato dela ter feito um simples mas eficaz elogio.
Lembro-me vagamente de um fato da minha infância e que hoje sempre que posso conto em minhas palestras de motivação quando o assunto é o de demonstrar o grande poder dos elogios. O meu irmão mais velho, que na época tinha dezoito anos, tinha uma técnica muito interessante e criativa de me fazer ir comprar os seus cigarros em um bar que ficava a uns três quarteirões da nossa casa. Ele me chamava, quando normalmente um de seus amigos estava do seu lado, e exclamava: - “Fulano, quer ver como o Marcos corre?, Marcos vai correndo buscar um maço de cigarros no bar para mim.” Eu com toda a minha energia infante juvenil aprontava uma correria maluca só para mostrar ao meu irmão e ao seu amigo, como eu realmente corria bastante, e com um detalhe: “Querendo sempre bater o meu próprio Record”. Hoje eu sei que o meu irmão me estava “engabelando” e aproveitando de certa maneira da minha da minha boa vontade. Porém uma lição eu tirei daquele episódio: “ATRAVÉS DE UM ELOGIO BEM FEITO VOCÊ TEM GRANDES POSSIBILIDADES DE CONSEGUIR O QUE SE QUER”.
Podemos até duvidar às vezes de certas pessoas que dizem gostar de trabalhar por satisfação somente. Mas pode acreditar, caso conheça alguma destas pessoas, pois o prazer para estas pessoas de ver um trabalho concretizado ou uma meta alcançada é realmente muito importante, e o pagamento material por “aquilo” é visto como uma mera conseqüência. O elogio para estas pessoas tem um valor inestimável e funciona quase como um combustível para estas explosões de boa vontade.
Quantas professoras primárias que por amarem o que fazem realizam um trabalho maravilhoso na formação dos futuros doutores, engenheiros, cientistas e demais profissões de grande valor para a nossa sociedade. Será que elas ganham tão bem assim para todo dia estarem inspiradas ao ponto de alegremente cuidarem dos seus alunos como fosse pequenas pedras preciosas? Tenho certeza que não! E mais certeza ainda de que elas o fazem por uma única razão... Por amarem a sua profissão.
Por isso a importância de não economizarmos os elogios e de aproveitarmos as oportunidades para através dele motivarmos as pessoas de sempre estarem querendo superar as suas limitações e realizando trabalhos dignos e de altíssima qualidade.
Reflitamos sobre tudo isso e coloquemos em prática esta palavra mágica.
Um grande abraço e votos de sucesso!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Certa vez uma amiga me contou um segredo de como ela fazia para conquistar novos amigos: Quando ela chegava a um estabelecimento e era atendida por alguma funcionária mal preparada, mal humorada e sem o conhecimento da importância do tratar bem os clientes, e diante do famoso "QUÊ É QUE SE QUÉ?" procurava em um momento oportuno elogiar o cabelo, a roupa ou algum acessório daquela pessoa. Dali por diante tudo era uma questão de tempo para que aquela funcionária a tratasse bem e a atendesse com prazer, fornecendo-lhe muito mais que ela queria, pelo simples fato dela ter feito um simples mas eficaz elogio.
Lembro-me vagamente de um fato da minha infância e que hoje sempre que posso conto em minhas palestras de motivação quando o assunto é o de demonstrar o grande poder dos elogios. O meu irmão mais velho, que na época tinha dezoito anos, tinha uma técnica muito interessante e criativa de me fazer ir comprar os seus cigarros em um bar que ficava a uns três quarteirões da nossa casa. Ele me chamava, quando normalmente um de seus amigos estava do seu lado, e exclamava: - “Fulano, quer ver como o Marcos corre?, Marcos vai correndo buscar um maço de cigarros no bar para mim.” Eu com toda a minha energia infante juvenil aprontava uma correria maluca só para mostrar ao meu irmão e ao seu amigo, como eu realmente corria bastante, e com um detalhe: “Querendo sempre bater o meu próprio Record”. Hoje eu sei que o meu irmão me estava “engabelando” e aproveitando de certa maneira da minha da minha boa vontade. Porém uma lição eu tirei daquele episódio: “ATRAVÉS DE UM ELOGIO BEM FEITO VOCÊ TEM GRANDES POSSIBILIDADES DE CONSEGUIR O QUE SE QUER”.
Podemos até duvidar às vezes de certas pessoas que dizem gostar de trabalhar por satisfação somente. Mas pode acreditar, caso conheça alguma destas pessoas, pois o prazer para estas pessoas de ver um trabalho concretizado ou uma meta alcançada é realmente muito importante, e o pagamento material por “aquilo” é visto como uma mera conseqüência. O elogio para estas pessoas tem um valor inestimável e funciona quase como um combustível para estas explosões de boa vontade.
Quantas professoras primárias que por amarem o que fazem realizam um trabalho maravilhoso na formação dos futuros doutores, engenheiros, cientistas e demais profissões de grande valor para a nossa sociedade. Será que elas ganham tão bem assim para todo dia estarem inspiradas ao ponto de alegremente cuidarem dos seus alunos como fosse pequenas pedras preciosas? Tenho certeza que não! E mais certeza ainda de que elas o fazem por uma única razão... Por amarem a sua profissão.
Por isso a importância de não economizarmos os elogios e de aproveitarmos as oportunidades para através dele motivarmos as pessoas de sempre estarem querendo superar as suas limitações e realizando trabalhos dignos e de altíssima qualidade.
Reflitamos sobre tudo isso e coloquemos em prática esta palavra mágica.
Um grande abraço e votos de sucesso!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Sunday, March 03, 2013
“FURANDO FILAS”
Bem recentemente, estava em um restaurante (desses que vende comida pôr quilo), e pacientemente esperava a minha vez. De repente, uma garota, que aparentava gozar de umas dezesseis primaveras, sem mais nem menos e sem pedir licença entrou na minha frente, furando a fila, e pôs a se servir. Confesso, caros leitores que me senti como se estivesse invisível naquele momento, e aterrorizado com tamanha ação de indelicadeza e falta de respeito em relação as outras pessoas. Achei, após me recuperar, que a garota estivesse sozinha, mas para piorar ainda mais o quadro ela se fazia acompanhada de sua mãe que assistia a tudo sem dizer uma palavra sequer, como se aquele ato de “tomar” algo para si fosse a coisa mais normal do mundo. Tive vontade de chamar a atenção das duas “crianças” e mostrar o quanto elas estavam sendo desagradáveis, mas me contive. E ali mesmo naquele restaurante comecei a formatar as minhas idéias para de alguma maneira transferir para esta nossa coluna o fato ocorrido, para que não venhamos a cometer tais atitudes que depõem contra a nossa pessoa.
Infelizmente podemos perceber que a nossa imagem, como brasileiros, está um tanto quanto desgastada no exterior, devido a cenas e fatos como estes que descrevi acima. Certas pessoas se acham no direito de fazerem o que bem entendem, deixando de respeitar os limites das outras pessoas e nem se dando conta que no final desta “estrada” surpresas desagradáveis e infelizes o esperam de braços abertos.
Sabemos que as atribulações do dia a dia contribuem fortemente para que esqueçamos as boas maneiras. Nesta “selva de pedra” a ganância, a ambição desenfreada, a vaidade, etc. parecem falar mais alto que as boas virtudes. Eu disse parece... pois na realidade as grandes virtudes possuem um poder magnífico e de grandioso peso nos momentos da mais variadas decisões. Ainda estão na moda as palavras mágicas, onde o valor do “bom dia”, do “muito obrigado”, do “por favor”, etc. conseguem romper as mais difíceis barreiras, mostrando ótimas oportunidades de melhora pessoal e profissional.
Precisamos tomar cuidado e nos policiarmos para não “furarmos” as várias “filas” da vida que certamente irão surgir na nossa frente. O cultivo da paciência é uma ótima dica, o qual deve ser constantemente, e sem economia, colocada em prática nas nossas mais insignificantes ações.
Para encerrarmos a nossa coluna desta semana com chave de ouro, transcrevo a seguir uma bela lição de Confúcio, filósofo chinês que viveu entre 551 à 449 a.C., e que nos remete a repensar os nossos valores.
Certa vez perguntaram a Confúcio:
- "O que o surpreende mais na humanidade?"
Ele respondeu:
- "Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperá-la. Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente de tal forma que acabam por não viver no presente nem no futuro... Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido."
Um grande abraço e votos de sucesso!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Infelizmente podemos perceber que a nossa imagem, como brasileiros, está um tanto quanto desgastada no exterior, devido a cenas e fatos como estes que descrevi acima. Certas pessoas se acham no direito de fazerem o que bem entendem, deixando de respeitar os limites das outras pessoas e nem se dando conta que no final desta “estrada” surpresas desagradáveis e infelizes o esperam de braços abertos.
Sabemos que as atribulações do dia a dia contribuem fortemente para que esqueçamos as boas maneiras. Nesta “selva de pedra” a ganância, a ambição desenfreada, a vaidade, etc. parecem falar mais alto que as boas virtudes. Eu disse parece... pois na realidade as grandes virtudes possuem um poder magnífico e de grandioso peso nos momentos da mais variadas decisões. Ainda estão na moda as palavras mágicas, onde o valor do “bom dia”, do “muito obrigado”, do “por favor”, etc. conseguem romper as mais difíceis barreiras, mostrando ótimas oportunidades de melhora pessoal e profissional.
Precisamos tomar cuidado e nos policiarmos para não “furarmos” as várias “filas” da vida que certamente irão surgir na nossa frente. O cultivo da paciência é uma ótima dica, o qual deve ser constantemente, e sem economia, colocada em prática nas nossas mais insignificantes ações.
Para encerrarmos a nossa coluna desta semana com chave de ouro, transcrevo a seguir uma bela lição de Confúcio, filósofo chinês que viveu entre 551 à 449 a.C., e que nos remete a repensar os nossos valores.
Certa vez perguntaram a Confúcio:
- "O que o surpreende mais na humanidade?"
Ele respondeu:
- "Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperá-la. Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente de tal forma que acabam por não viver no presente nem no futuro... Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido."
Um grande abraço e votos de sucesso!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Thursday, February 28, 2013
“NOSSOS LIMITES”
Dentre os muitos questionamentos que tenho recebido e criteriosamente respondidos procuro sempre selecionar alguns que de uma maneira geral possa vir auxiliar outros leitores em sua vida pessoal e profissional. questionamentos como o de Ariany, leitora da nossa coluna, que assim expôs os seus sentimentos:
“Até que ponto os pais devem interferir na vida de seus filhos – Ariany”
Se nós interpretarmos de modo precipitado esta questão chegaremos a uma conclusão errônea deixando passar certos detalhes que mudam por completo o seu verdadeiro significado. Por isso diante de tal situação o bom senso nos chama a atenção e subjetivamente nos diz que o melhor caminho a seguir é o de observarmos a natureza real do ser humano e a sua verdadeira intenção. Porém, sabedores que “de boa intenção o inferno já está cheio” e longe de querermos disputar uma vaga neste terrível lugar, entendemos que precisamos compreender o que se passa realmente no coração das pessoas e utilizarmos destas informações para melhorarmos cada vez mais o nosso mundo particular.
Quando jovens, na maioria das vezes, achamos que os mais velhos são tolos e que vivem em uma época atrasada. Por outro lado quando nos tornamos velhos e com a certeza de que na verdade tolos são os jovens, instintivamente nos achamos no direito de conduzi-los, enquanto podemos fazer valer os nossos poderes de “super” pais. Talvez por isso deixamos, sem percebermos na maioria das vezes, que sejam levantadas certas barreiras entre nós e aqueles que tanto amamos.
Os filhos querem bater as suas asas e cuidarem de suas próprias vidas, mas esquecem, porém que não basta saber voar, mas sim o essencial... Saber para onde voar. Já alguns pais por não conseguirem assimilar o fato de que não são “donos” de seus filhos, mas sim depositários, por determinado período, da abençoada responsabilidade da paternidade acabam por cometer, na sua ânsia desenfreada de protegê-los, pequenas falhas que no final das contas acabam por resultar na sua perda de vez.
Poderíamos dizer que o sentimento da nossa leitora é de certa maneira justo por não ter a sua individualidade respeitada pelos seus pais, mas será que não é a única maneira que eles conhecem de tentar proteger a sua querida “filhinha” dos perigos do mundo? Será que não nos falta ter um pouco de paciência para com eles nestes momentos? Será que não estamos colhendo o que deixamos de plantar ao não demonstrarmos com as nossas atitudes que estamos realmente preparados pela educação e pelos exemplos vivenciados no seio familiar? Será que não está faltando uma conversa franca onde ambas partes possam falar e ouvir sem os famosos “segredinhos” o que realmente se passa em seus corações?
Quanto a pergunta da nossa leitora a resposta é:
“Nunca! Pois, pais equilibrados jamais devem interferir na vida de seus filhos desde que estes já tenham conhecimento suficiente para responderem por suas próprias ações”.
Um grande abraço, votos de sucesso e muito amor por aqueles que verdadeiramente dariam a vida por você – SEUS PAIS.
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
“Até que ponto os pais devem interferir na vida de seus filhos – Ariany”
Se nós interpretarmos de modo precipitado esta questão chegaremos a uma conclusão errônea deixando passar certos detalhes que mudam por completo o seu verdadeiro significado. Por isso diante de tal situação o bom senso nos chama a atenção e subjetivamente nos diz que o melhor caminho a seguir é o de observarmos a natureza real do ser humano e a sua verdadeira intenção. Porém, sabedores que “de boa intenção o inferno já está cheio” e longe de querermos disputar uma vaga neste terrível lugar, entendemos que precisamos compreender o que se passa realmente no coração das pessoas e utilizarmos destas informações para melhorarmos cada vez mais o nosso mundo particular.
Quando jovens, na maioria das vezes, achamos que os mais velhos são tolos e que vivem em uma época atrasada. Por outro lado quando nos tornamos velhos e com a certeza de que na verdade tolos são os jovens, instintivamente nos achamos no direito de conduzi-los, enquanto podemos fazer valer os nossos poderes de “super” pais. Talvez por isso deixamos, sem percebermos na maioria das vezes, que sejam levantadas certas barreiras entre nós e aqueles que tanto amamos.
Os filhos querem bater as suas asas e cuidarem de suas próprias vidas, mas esquecem, porém que não basta saber voar, mas sim o essencial... Saber para onde voar. Já alguns pais por não conseguirem assimilar o fato de que não são “donos” de seus filhos, mas sim depositários, por determinado período, da abençoada responsabilidade da paternidade acabam por cometer, na sua ânsia desenfreada de protegê-los, pequenas falhas que no final das contas acabam por resultar na sua perda de vez.
Poderíamos dizer que o sentimento da nossa leitora é de certa maneira justo por não ter a sua individualidade respeitada pelos seus pais, mas será que não é a única maneira que eles conhecem de tentar proteger a sua querida “filhinha” dos perigos do mundo? Será que não nos falta ter um pouco de paciência para com eles nestes momentos? Será que não estamos colhendo o que deixamos de plantar ao não demonstrarmos com as nossas atitudes que estamos realmente preparados pela educação e pelos exemplos vivenciados no seio familiar? Será que não está faltando uma conversa franca onde ambas partes possam falar e ouvir sem os famosos “segredinhos” o que realmente se passa em seus corações?
Quanto a pergunta da nossa leitora a resposta é:
“Nunca! Pois, pais equilibrados jamais devem interferir na vida de seus filhos desde que estes já tenham conhecimento suficiente para responderem por suas próprias ações”.
Um grande abraço, votos de sucesso e muito amor por aqueles que verdadeiramente dariam a vida por você – SEUS PAIS.
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Wednesday, February 20, 2013
“QUALIDADE OU QUANTIDADE?”
Não é raro encontrar pessoas que ainda insistem em defender o ponto de vista que envolve a valorização da quantidade e não da qualidade. Muitos profissionais esquecem, por um motivo ou outro, que nos dias de hoje podemos nos deparar com as facilidades de nos deixar levar pela ilusão de que a quantidade produzida de determinado produto seja mais importante do que a qualidade do dito cujo.
Só para enriquecer o nosso artigo vou contar um fato que já algum tempo aconteceu com um colaborador de certa empresa na qual eu prestava uma consultoria. Ele me confidenciou durante uma de minhas palestras certo fato que ele havia presenciado ao se dirigir a um determinado salão de beleza para cortar o cabelo onde, segundo informações, cobrava um preço bem abaixo do mercado. Logo na chegada ele notou o grande número de clientes que ali estavam e durante a espera de sua vez, ficou observando a rapidez com que o profissional executava os cortes. Era um verdadeiro festival de cabelo na boca dos clientes e que lembrava muito aquele filme onde o rapaz tinha tesouras no lugar das mãos (Eduard – Mãos de tesoura). É claro que este rapaz mesmo antes de ser atendido foi logo dando um jeitinho de sair de fininho. Eu fiquei imaginando como seria no momento de lavar o seu cabelo onde talvez o profissional para ir mais rápido no seu atendimento, lavava com mangueira ao invés de uma ducha.
Devemos sempre alimentar a nossa “consciência profissional” de como os serviços de qualidade são importantes para a nossa permanência no mercado. A ação de fazer ou vender determinado produto sem observar o quesito qualidade é o mesmo que se autocondenar a ficar esquecido no mercado o que, cá para nós não é nem um pouco convidativo para quem vive de vendas ou de prestação de determinado serviço.
Outros pecam ao acumular inúmeros pedidos de clientes e da mesma forma as suas reclamações, por não terem conseguido cumprir o prometido. Dentre estes profissionais a desculpa mais esfarrapada, depois que “entorna o caldo”, é a de que não queria deixar nenhum deles tristes por já não haver naquele momento a possibilidade de assumir novos compromissos.
Como de boas intenções o inferno já está cheio, o que era para ser uma boa ação passa a ser o principal causador de portas e mais portas de estabelecimentos se fecharem definitivamente. Tudo porque “PROMETEU E NÃO CUMPRIU”
Se você empresário ou profissional liberal ainda defende este ponto de vista aonde a quantidade vem em primeiro e (se tiver chance) a qualidade em segundo lugar, procure rever os seus conceitos.
Forneça produtos de boa qualidade para de a mesma forma ter boas referências de seus clientes no futuro.
Não deixe se iludir pelo fascínio da quantidade que somente enchem os olhos e não o coração.
Busque cada vez mais a excelência no que toca a satisfação de seus clientes, e finalmente...
Faça voltar todos aqueles que foram atendidos por você, não para reclamar, mas sim para elogiá-lo e por que não... ADQUIRIR MAIS DOS SEUS PRODUTOS E DOS SEUS SERVIÇOS.
Afinal, o que manda hoje é QUALIDADE e não a QUANTIDADE.
Um grande abraço e votos de sucesso!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Só para enriquecer o nosso artigo vou contar um fato que já algum tempo aconteceu com um colaborador de certa empresa na qual eu prestava uma consultoria. Ele me confidenciou durante uma de minhas palestras certo fato que ele havia presenciado ao se dirigir a um determinado salão de beleza para cortar o cabelo onde, segundo informações, cobrava um preço bem abaixo do mercado. Logo na chegada ele notou o grande número de clientes que ali estavam e durante a espera de sua vez, ficou observando a rapidez com que o profissional executava os cortes. Era um verdadeiro festival de cabelo na boca dos clientes e que lembrava muito aquele filme onde o rapaz tinha tesouras no lugar das mãos (Eduard – Mãos de tesoura). É claro que este rapaz mesmo antes de ser atendido foi logo dando um jeitinho de sair de fininho. Eu fiquei imaginando como seria no momento de lavar o seu cabelo onde talvez o profissional para ir mais rápido no seu atendimento, lavava com mangueira ao invés de uma ducha.
Devemos sempre alimentar a nossa “consciência profissional” de como os serviços de qualidade são importantes para a nossa permanência no mercado. A ação de fazer ou vender determinado produto sem observar o quesito qualidade é o mesmo que se autocondenar a ficar esquecido no mercado o que, cá para nós não é nem um pouco convidativo para quem vive de vendas ou de prestação de determinado serviço.
Outros pecam ao acumular inúmeros pedidos de clientes e da mesma forma as suas reclamações, por não terem conseguido cumprir o prometido. Dentre estes profissionais a desculpa mais esfarrapada, depois que “entorna o caldo”, é a de que não queria deixar nenhum deles tristes por já não haver naquele momento a possibilidade de assumir novos compromissos.
Como de boas intenções o inferno já está cheio, o que era para ser uma boa ação passa a ser o principal causador de portas e mais portas de estabelecimentos se fecharem definitivamente. Tudo porque “PROMETEU E NÃO CUMPRIU”
Se você empresário ou profissional liberal ainda defende este ponto de vista aonde a quantidade vem em primeiro e (se tiver chance) a qualidade em segundo lugar, procure rever os seus conceitos.
Forneça produtos de boa qualidade para de a mesma forma ter boas referências de seus clientes no futuro.
Não deixe se iludir pelo fascínio da quantidade que somente enchem os olhos e não o coração.
Busque cada vez mais a excelência no que toca a satisfação de seus clientes, e finalmente...
Faça voltar todos aqueles que foram atendidos por você, não para reclamar, mas sim para elogiá-lo e por que não... ADQUIRIR MAIS DOS SEUS PRODUTOS E DOS SEUS SERVIÇOS.
Afinal, o que manda hoje é QUALIDADE e não a QUANTIDADE.
Um grande abraço e votos de sucesso!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Sunday, January 27, 2013
BUSCANDO UM DIFERENCIAL
Dentre os inúmeros e-mails recebidos (e respondidos), procuro selecionar sempre algumas questões que possam ser úteis de uma forma geral a todos os nossos leitores.
Nesta semana responderei à pergunta do nosso leitor Maurício José. Ele nos enviou o seguinte e-mail:
- Caro Sr. Marcos,sou garçom de um restaurante e gostaria de saber a sua opinião de como eu poderia melhorar os meus serviços. Obrigado! Ass: Maurício José”.
Acredito Maurício que esta sua profissão tem uma importante particularidade, que é a de “Servir” outras pessoas. Acredito também que o sucesso desta sua atividade profissional está diretamente relacionado com o gostar do que faz. Antes de qualquer coisa, você precisa se perguntar se esta sua atividade te proporciona prazer, independente de você ganhar bem ou não, e depois se você sabe separar os seus problemas, deixando em casa o que é de ordem familiar e no seu serviço o que a ele se refere. Após aprender esta arte do “Separar” e praticá-la constantemente, você poderá partir para outras metas, como por exemplo: Alcançar um ótimo diferencial.
1º - Procure estar atento ao cliente que entra no estabelecimento, evitando julgamentos precipitados e dar uma de “Bidu” tentando descobrir pelo modo como ele está vestido, se é ou não uma pessoa abençoada financeiramente – Lembre-se: Há pessoas que se vestem com simplicidade, mas que podem ocupar um lugar de destaque na sociedade. Ser SIMPLES não quer dizer que seja uma pessoa SIMPLÓRIA;
2º - Tenha sempre um sorriso no rosto e não economize gentilezas, todas as pessoas (sem exceção) gostam de ser bem atendidas e de se sentirem importantes;
3º - Anote atentamente os pedidos e os detalhes para não cometer erros e os atenda com a maior rapidez possível;
4º - Após servir, deixe seus clientes à vontade. Não cometa jamais a gafe de ficar atormentando a cada dois minutos seus clientes, perguntando se precisam de alguma coisa;
5º - Questione se a música ambiente está em um volume agradável para o cliente. Nota: Coloque sempre uma música compatível com o ambiente, de preferência apenas instrumental;
6º - Seja simpático com as crianças e sempre que possível faça alguma brincadeira. A crianças tem uma memória invejável e sempre lembrarão “daquele restaurante” e “daquele garçom bonzinho”;
7º- Mesmo que possivelmente não ganhe alguma gorjeta naquele primeiro atendimento, tenha a certeza de que, se você foi perfeito, outros estarão te observando com bons olhos e no momento certo o reconhecimento virá;
8º - Enfim, não esqueça de aproveitar todas as oportunidades de se mostrar um profissional proativo, procurando estar sempre um passo a frente e arrancando expressões de seus clientes do tipo: “PUXA!! MAS QUE ÓTIMO ATENDIMENTO?!?!”.
Espero ter contribuído não somente com o nosso leitor, Maurício José, mas também com os demais profissionais que atuam nesta belíssima profissão que é a de SERVIR O SEU PRÓXIMO.
Um grande abraço e até a próxima oportunidade
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Nesta semana responderei à pergunta do nosso leitor Maurício José. Ele nos enviou o seguinte e-mail:
- Caro Sr. Marcos,sou garçom de um restaurante e gostaria de saber a sua opinião de como eu poderia melhorar os meus serviços. Obrigado! Ass: Maurício José”.
Acredito Maurício que esta sua profissão tem uma importante particularidade, que é a de “Servir” outras pessoas. Acredito também que o sucesso desta sua atividade profissional está diretamente relacionado com o gostar do que faz. Antes de qualquer coisa, você precisa se perguntar se esta sua atividade te proporciona prazer, independente de você ganhar bem ou não, e depois se você sabe separar os seus problemas, deixando em casa o que é de ordem familiar e no seu serviço o que a ele se refere. Após aprender esta arte do “Separar” e praticá-la constantemente, você poderá partir para outras metas, como por exemplo: Alcançar um ótimo diferencial.
1º - Procure estar atento ao cliente que entra no estabelecimento, evitando julgamentos precipitados e dar uma de “Bidu” tentando descobrir pelo modo como ele está vestido, se é ou não uma pessoa abençoada financeiramente – Lembre-se: Há pessoas que se vestem com simplicidade, mas que podem ocupar um lugar de destaque na sociedade. Ser SIMPLES não quer dizer que seja uma pessoa SIMPLÓRIA;
2º - Tenha sempre um sorriso no rosto e não economize gentilezas, todas as pessoas (sem exceção) gostam de ser bem atendidas e de se sentirem importantes;
3º - Anote atentamente os pedidos e os detalhes para não cometer erros e os atenda com a maior rapidez possível;
4º - Após servir, deixe seus clientes à vontade. Não cometa jamais a gafe de ficar atormentando a cada dois minutos seus clientes, perguntando se precisam de alguma coisa;
5º - Questione se a música ambiente está em um volume agradável para o cliente. Nota: Coloque sempre uma música compatível com o ambiente, de preferência apenas instrumental;
6º - Seja simpático com as crianças e sempre que possível faça alguma brincadeira. A crianças tem uma memória invejável e sempre lembrarão “daquele restaurante” e “daquele garçom bonzinho”;
7º- Mesmo que possivelmente não ganhe alguma gorjeta naquele primeiro atendimento, tenha a certeza de que, se você foi perfeito, outros estarão te observando com bons olhos e no momento certo o reconhecimento virá;
8º - Enfim, não esqueça de aproveitar todas as oportunidades de se mostrar um profissional proativo, procurando estar sempre um passo a frente e arrancando expressões de seus clientes do tipo: “PUXA!! MAS QUE ÓTIMO ATENDIMENTO?!?!”.
Espero ter contribuído não somente com o nosso leitor, Maurício José, mas também com os demais profissionais que atuam nesta belíssima profissão que é a de SERVIR O SEU PRÓXIMO.
Um grande abraço e até a próxima oportunidade
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Tuesday, January 22, 2013
“SOGRAS X GENROS E NORAS”
Quando se ouve algum comentário sobre as sogras é muito comum ele vir recheado de adjetivos maldosos que de certa forma traçam uma linha demarcatória semelhante a uma guerra onde de um lado está o genro ou a nora e do outro a avó dos seus filhos. Mas quem está certo e quem está errado nesta história toda, ou melhor, será que tem alguém nesta história que seja o detentor da verdade?
Para chegarmos a uma resposta que atenda ambos os lados é necessário afastarmos da situação e do lado de fora, analisá-la de modo imparcial não deixando que nada influencie o resultado. O objetivo principal é estabelecer a paz e o respeito, que tanto as sogras quanto os genros e noras aprendam onde começam e terminam os seus limites.
As sogras que são mães amorosas na grande maioria possuem um amor enorme no coração e da mesma proporção o instinto de protegerem a integridade física e espiritual de sua prole contra todos os possíveis perigos que possam surgir. Porém nesta ânsia de fazerem certa a coisa acabam se esquecendo de que o que proporciona um resultado positivo é o de fazer a coisa certa, sendo preciso tomar certos cuidados como:
Respeitar a individualidade do casal deixando que eles cometam erros e aprendam com eles, pois como disse certa vez Gandi “Às vezes é preciso deixar que os filhos se queimem para que eles possam aprender que o fogo queima”.
Dar a opinião sobre qualquer assunto somente quando solicitado sem ter o perigo de ser catalogada como “intrometida”.
Falar somente o necessário sem se tornar prolixo e emitir sua opinião somente com conhecimento de causa sem “achismos” e muito menos sem dar uma de bidu querendo entender de tudo e de todos. Devemos lembrar que a o mundo sofre constantes mudanças e onde uma situação ou fato que foi válido ontem pode não ser hoje e muito menos amanhã.
Evitar toda maneira comentar para a(o) filha(o) (muito menos para o marido dela(e)) ou outra pessoa qualquer, esta ou aquela falha na personalidade do seu genro ou nora, mas sim exaltar os seus pontos positivos.
Procurar olhar e tratar o genro ou a nora como um(a) filho(a) também é uma ótima dica para desfazer os males entendidos, e criar um clima favorável para que a felicidade do casal seja alcançada – afinal este é o objetivo principal não é mesmo?
Lembrar sempre que apesar do ditado: “BRIGA DE MARIDO E MULHER NINGUÉM METE A COLHER” ser meio antigo ainda é muito aplicável.
E os genros e as noras o que eles podem fazer para a resolver pacificamente estas questões? PRIMEIRO: Respeite e trate a sogra como se fosse a sua própria mãe, procurando lembrar das datas importantes tais como o aniversário, dia das mães, dia das sogras, etc. SEGUNDO: Ao invés de fazer piadinhas e comentários maldosos sobre ela, elogie a sua pessoa de todas as maneiras (Lembre-se: Os fofoqueiros adoram qualquer notícia; agora imagine o efeito positivo quando a sua sogra souber que você falou bem dela!). TERCEIRO: Ouça os seus conselhos e retenha somente aqueles que passam pelo seu crivo da razão, se precavendo, porém de não discutir aqueles pontos que não “batem” com o que você pensa. E por fim o QUARTO e último: Aprenda a gostar da sua sogra e saboreie os reflexos deste sadio relacionamento junto aos seus familiares, pois pode parecer brincadeira... São eles os que mais sofrem nesta disputa absurda.
Então, aprenda a amar sua sogra afinal...
“QUEM GOSTA DO AÇÚCAR TEM QUE GOSTAR DA CANA”
(Jerônimo de Mendonça)
Um grande abraço, muito sucesso e muita PAZ!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Para chegarmos a uma resposta que atenda ambos os lados é necessário afastarmos da situação e do lado de fora, analisá-la de modo imparcial não deixando que nada influencie o resultado. O objetivo principal é estabelecer a paz e o respeito, que tanto as sogras quanto os genros e noras aprendam onde começam e terminam os seus limites.
As sogras que são mães amorosas na grande maioria possuem um amor enorme no coração e da mesma proporção o instinto de protegerem a integridade física e espiritual de sua prole contra todos os possíveis perigos que possam surgir. Porém nesta ânsia de fazerem certa a coisa acabam se esquecendo de que o que proporciona um resultado positivo é o de fazer a coisa certa, sendo preciso tomar certos cuidados como:
Respeitar a individualidade do casal deixando que eles cometam erros e aprendam com eles, pois como disse certa vez Gandi “Às vezes é preciso deixar que os filhos se queimem para que eles possam aprender que o fogo queima”.
Dar a opinião sobre qualquer assunto somente quando solicitado sem ter o perigo de ser catalogada como “intrometida”.
Falar somente o necessário sem se tornar prolixo e emitir sua opinião somente com conhecimento de causa sem “achismos” e muito menos sem dar uma de bidu querendo entender de tudo e de todos. Devemos lembrar que a o mundo sofre constantes mudanças e onde uma situação ou fato que foi válido ontem pode não ser hoje e muito menos amanhã.
Evitar toda maneira comentar para a(o) filha(o) (muito menos para o marido dela(e)) ou outra pessoa qualquer, esta ou aquela falha na personalidade do seu genro ou nora, mas sim exaltar os seus pontos positivos.
Procurar olhar e tratar o genro ou a nora como um(a) filho(a) também é uma ótima dica para desfazer os males entendidos, e criar um clima favorável para que a felicidade do casal seja alcançada – afinal este é o objetivo principal não é mesmo?
Lembrar sempre que apesar do ditado: “BRIGA DE MARIDO E MULHER NINGUÉM METE A COLHER” ser meio antigo ainda é muito aplicável.
E os genros e as noras o que eles podem fazer para a resolver pacificamente estas questões? PRIMEIRO: Respeite e trate a sogra como se fosse a sua própria mãe, procurando lembrar das datas importantes tais como o aniversário, dia das mães, dia das sogras, etc. SEGUNDO: Ao invés de fazer piadinhas e comentários maldosos sobre ela, elogie a sua pessoa de todas as maneiras (Lembre-se: Os fofoqueiros adoram qualquer notícia; agora imagine o efeito positivo quando a sua sogra souber que você falou bem dela!). TERCEIRO: Ouça os seus conselhos e retenha somente aqueles que passam pelo seu crivo da razão, se precavendo, porém de não discutir aqueles pontos que não “batem” com o que você pensa. E por fim o QUARTO e último: Aprenda a gostar da sua sogra e saboreie os reflexos deste sadio relacionamento junto aos seus familiares, pois pode parecer brincadeira... São eles os que mais sofrem nesta disputa absurda.
Então, aprenda a amar sua sogra afinal...
“QUEM GOSTA DO AÇÚCAR TEM QUE GOSTAR DA CANA”
(Jerônimo de Mendonça)
Um grande abraço, muito sucesso e muita PAZ!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Monday, January 07, 2013
ABUSANDO DO “FEEDBACK”
A palavra “feedback” é de origem inglesa e tem como significado os comentários e informações sobre algo que já foi feito com o objetivo de avaliação. Dentro do atual contexto do mercado globalizado, esta palavra ganhou uma importância fenomenal no momento da avaliação deste ou daquele serviço prestado por determinada instituição. Uma simples ligação telefônica, o envio de um e-mail, uma rápida visita comercial, ou qualquer outra forma de contato, que tenha a finalidade de medir a satisfação do cliente demonstrando o quanto ele é importante, tem um poder mágico de ganhar a sua fidelidade.
Infelizmente ainda encontramos certos “profissionais” em que a “ficha” ainda não caiu e que relutam em admitir que suas atitudes estão ultrapassadas e de aceitarem a verdade de que os seus clientes de hoje tem o poder de decidir o seu futuro comercial. Acredito que você, caro leitor da coluna “MOTIVOS PARA CRESCER”, já deve ter tido, pelo menos uma vez, a experiência de ligar para determinada prestadora de serviço solicitando uma visita técnica, e na promessa de determinada hora ser atendido, ficar horas tomando uma boa “canecada” de “chá de cadeira”. Acredito também, que não deva ter sido agradável não é mesmo?
Outro dia aconteceu comigo um fato que me deixou bastante aborrecido... O portão eletrônico de minha garagem apresentou um pequeno problema em seu funcionamento. Imediatamente acionei uma empresa especializada no assunto e recebi, educadamente, a promessa de que um técnico, tal hora, estaria em minha casa para resolver o “meu” pequeno problema. Esperei... esperei... e esperei por quase uma semana, como se fosse namorada de malandro. Porém como toda “namorada” traída um dia se cansa, procurei o concorrente daquela empresa, prometendo a mim mesmo que nunca mais procuraria aquela primeira empresa que conseguiu deixar, para a minha pessoa, uma péssima impressão. Lembrei-me então de um ótimo pensamento que diz o seguinte: “Marca que não dá assistência... abre espaço para a concorrência” e acredito sinceramente que logo, logo vai à falência.
Pois então... Temos que prestar a atenção para não cometermos a mesma grafe e gerarmos o sentimento desagradável de descontentamento nos nossos clientes.
Os “feedbacks da vida” devem ser constantemente utilizados, não somente no ambiente laboral da empresa, mas também dentro de casa com os familiares, amigos, vizinhos, etc. Tal atitude demonstrará o quanto você os valoriza e o quanto eles são importantes para você.
Por isso...
Prometeu... cumpra! Não deixe ninguém esperando! Organize-se... e chegue antes do horário! Esteja preparado sempre para não ser pego de “calças curtas”! e finalmente... Dê, sem economia, o “feedback” esperado!
Um grande abraço e votos de sucesso!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Infelizmente ainda encontramos certos “profissionais” em que a “ficha” ainda não caiu e que relutam em admitir que suas atitudes estão ultrapassadas e de aceitarem a verdade de que os seus clientes de hoje tem o poder de decidir o seu futuro comercial. Acredito que você, caro leitor da coluna “MOTIVOS PARA CRESCER”, já deve ter tido, pelo menos uma vez, a experiência de ligar para determinada prestadora de serviço solicitando uma visita técnica, e na promessa de determinada hora ser atendido, ficar horas tomando uma boa “canecada” de “chá de cadeira”. Acredito também, que não deva ter sido agradável não é mesmo?
Outro dia aconteceu comigo um fato que me deixou bastante aborrecido... O portão eletrônico de minha garagem apresentou um pequeno problema em seu funcionamento. Imediatamente acionei uma empresa especializada no assunto e recebi, educadamente, a promessa de que um técnico, tal hora, estaria em minha casa para resolver o “meu” pequeno problema. Esperei... esperei... e esperei por quase uma semana, como se fosse namorada de malandro. Porém como toda “namorada” traída um dia se cansa, procurei o concorrente daquela empresa, prometendo a mim mesmo que nunca mais procuraria aquela primeira empresa que conseguiu deixar, para a minha pessoa, uma péssima impressão. Lembrei-me então de um ótimo pensamento que diz o seguinte: “Marca que não dá assistência... abre espaço para a concorrência” e acredito sinceramente que logo, logo vai à falência.
Pois então... Temos que prestar a atenção para não cometermos a mesma grafe e gerarmos o sentimento desagradável de descontentamento nos nossos clientes.
Os “feedbacks da vida” devem ser constantemente utilizados, não somente no ambiente laboral da empresa, mas também dentro de casa com os familiares, amigos, vizinhos, etc. Tal atitude demonstrará o quanto você os valoriza e o quanto eles são importantes para você.
Por isso...
Prometeu... cumpra! Não deixe ninguém esperando! Organize-se... e chegue antes do horário! Esteja preparado sempre para não ser pego de “calças curtas”! e finalmente... Dê, sem economia, o “feedback” esperado!
Um grande abraço e votos de sucesso!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Monday, December 31, 2012
“FIM DE ANO – MOMENTOS DE REFLEXÕES”
Particularmente gosto muito das festas que antecedem o final de ano onde os maravilhosos enfeites e as luzes reluzentes já encontraram os seus espaços dentro da nossa cultura. Mas o final de ano também é um momento propício para fazermos um balanço da nossa vida e de como esta nossa “empresa” está no mercado dos sentimentos.
Nesta vida tão atribulada, é comum ouvirmos de algumas pessoas assuntos relacionados às preocupações financeiras e assuntos políticos, mas poucos comentários voltados à qualidade dos sentimentos dos que participam diretamente da nossa vida – os nossos familiares e amigos.
Meus Deus onde estão as demonstrações de carinho e atenção entre os casais e seus filhos? O que será que falta para entendermos definitivamente que tudo de material que possuímos um dia não nos valerá de nada, mas sim o respeito a amizade que cultivamos dentro de casa ou no nosso ambiente profissional?
Gosto, sempre que me é oportuno, de lembrar em minhas palestras e consultorias de uma história que resume de forma magnífica o que é realmente importante nas nossas vidas. Esta história conta que certa vez o anjo da morte visitou um casal de idade muito avançada interrompendo de forma inesperada uma união que já ultrapassara as suas cinqüenta primaveras. Enquanto o padre fazia as suas considerações finais nos momentos que antecediam o sepultamento da mulher, o homem pálido e visivelmente abatido murmurava palavras desconexas enquanto era a todo o momento amparado por seus filhos. De tempos em tempos ele deixava escapar palavras carregadas de tristezas e de forma que pudesse ser ouvida claramente pelos presentes: - “AH! COMO EU A AMAVA!”. Imediatamente seus filhos, talvez com medo de algum escândalo por parte de seu pai, corriam ao seu encontro com palavras de consolo: - “Calma pai nós sabemos dos seus sentimentos para com a mamãe!”, mas somente conseguiam abafar momentaneamente os sentimentos do velho pai sem conseguir evitar que dali alguns instantes, entre um soluço e outro, o “AH! COMO EU A AMAVA!” voltasse a interromper as pequenas frações de silêncio que se fazia presente entre uma palavra e outra do padre.
Não havia entre as pessoas que ali se encontravam, quem não se emocionasse com tamanha demonstração de amor daquele homem para com a companheira que experimentava a viagem que nem todos estão preparados para fazer. “AH! COMO EU A AMAVA!” repetia o velho homem, até que em certo momento com a voz embargada de lágrimas gritou em voz alta: “AH! COMO EU A AMAVA... E QUASE EU DISSE ISSO PARA ELA”.
(...) Não percamos mais tempo caros amigos leitores, vamos dizer “EU TE AMO” sem economia e demonstrar os nossos sentimentos de “querer bem” para com os que torcem e vibram pelo nosso sucesso. A vida passa muito rapidamente e não podemos deixar de aproveitar todos seus os momentos transformando-os em verdadeiros presentes para o nosso coração.
Um grande abraço, muita paz e boas festas! Que o término deste ano seja o início de uma nova etapa em sua vida recheada com desafios transformados em oportunidades pelas suas atitudes positivas.
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Nesta vida tão atribulada, é comum ouvirmos de algumas pessoas assuntos relacionados às preocupações financeiras e assuntos políticos, mas poucos comentários voltados à qualidade dos sentimentos dos que participam diretamente da nossa vida – os nossos familiares e amigos.
Meus Deus onde estão as demonstrações de carinho e atenção entre os casais e seus filhos? O que será que falta para entendermos definitivamente que tudo de material que possuímos um dia não nos valerá de nada, mas sim o respeito a amizade que cultivamos dentro de casa ou no nosso ambiente profissional?
Gosto, sempre que me é oportuno, de lembrar em minhas palestras e consultorias de uma história que resume de forma magnífica o que é realmente importante nas nossas vidas. Esta história conta que certa vez o anjo da morte visitou um casal de idade muito avançada interrompendo de forma inesperada uma união que já ultrapassara as suas cinqüenta primaveras. Enquanto o padre fazia as suas considerações finais nos momentos que antecediam o sepultamento da mulher, o homem pálido e visivelmente abatido murmurava palavras desconexas enquanto era a todo o momento amparado por seus filhos. De tempos em tempos ele deixava escapar palavras carregadas de tristezas e de forma que pudesse ser ouvida claramente pelos presentes: - “AH! COMO EU A AMAVA!”. Imediatamente seus filhos, talvez com medo de algum escândalo por parte de seu pai, corriam ao seu encontro com palavras de consolo: - “Calma pai nós sabemos dos seus sentimentos para com a mamãe!”, mas somente conseguiam abafar momentaneamente os sentimentos do velho pai sem conseguir evitar que dali alguns instantes, entre um soluço e outro, o “AH! COMO EU A AMAVA!” voltasse a interromper as pequenas frações de silêncio que se fazia presente entre uma palavra e outra do padre.
Não havia entre as pessoas que ali se encontravam, quem não se emocionasse com tamanha demonstração de amor daquele homem para com a companheira que experimentava a viagem que nem todos estão preparados para fazer. “AH! COMO EU A AMAVA!” repetia o velho homem, até que em certo momento com a voz embargada de lágrimas gritou em voz alta: “AH! COMO EU A AMAVA... E QUASE EU DISSE ISSO PARA ELA”.
(...) Não percamos mais tempo caros amigos leitores, vamos dizer “EU TE AMO” sem economia e demonstrar os nossos sentimentos de “querer bem” para com os que torcem e vibram pelo nosso sucesso. A vida passa muito rapidamente e não podemos deixar de aproveitar todos seus os momentos transformando-os em verdadeiros presentes para o nosso coração.
Um grande abraço, muita paz e boas festas! Que o término deste ano seja o início de uma nova etapa em sua vida recheada com desafios transformados em oportunidades pelas suas atitudes positivas.
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Monday, December 03, 2012
“TRANSFERINDO SONHOS”
Conheci certa vez um rapaz que cursava o último ano de Relações Públicas e que em um bate papo informal me confidenciou o quanto gastava e se identificava com o que estava fazendo. Porém um fato me chamou a atenção naquele nosso diálogo... alguns anos antes, ele estava no terceiro ano de Engenharia, mas desistiu por não estar gostando do que fazia. No início pensei “com os meus botões” que um planejamento bem feito ou um teste vocacional pudesse ter evitado todos aqueles anos os quais ele havia passado em uma faculdade e em um curso que não o realizava. Somente depois de um pouco mais de diálogo vim a descobrir que ele estava realizando um velho sonho de seu pai: “Ter um filho engenheiro”.
Ao exercermos o papel de pais e orientadores, podemos, se não tomarmos cuidado, cometer terríveis falhas, como no caso acima o de “querer transferir os nossos sonhos”. É muito comum escutarmos certos comentários de jovens casais, que ainda no período de gestação do esperado filho, demonstram querer planejar o seu futuro, os seus gostos, a sua profissão, etc. com a louvável intenção de evitar o máximo possível as decepções e dificuldades que certamente encontraram vida a fora, mas que tem o seu lado positivo na formação de seu caráter. E nessa tentativa errônea, de fazer com que o filho se torne aquilo que ele, talvez por falta de oportunidade, perseverança, etc., não conseguiu, acuamos os seus sentimentos, os seus sonhos e o verdadeiro motivo pelo qual veio à vida. Muitos pais se acham no direito de exercer sua vontade sobre os filhos, se esquecendo que “não somos seus pais”, mas que sim “estamos seus pais”, com a sublime missão e a responsabilidade de conduzi-los até certo ponto, tendo como base as nossas experiências, acertos, erros e os conceitos adquiridos nesta grande escola chamada VIDA.
Devemos então como pais e responsáveis pela educação de nossos filhos (consangüíneos ou não), passar os verdadeiros valores e a importância do “SER” alguém de bem, responsável, respeitoso quanto aos sentimentos alheios, amável, educado, honesto, ético, etc. e não do somente “TER” alguma coisa material. Pois o primeiro (SER) tem uma grande longevidade, ao contrário do segundo ponto (TER) que tem um tempo de vida curto; tão curto quanto dure a matéria.
Há muitos profissionais hoje em dia que não exercem as suas funções com a qualidade esperada pelo mercado, devido ao fato de não terem conquistado os seus sonhos, mas sim, os de outras pessoas. São pessoas infelizes, frustradas e que carregam em seus ombros um pesado fardo, que gradativamente, com o passar do tempo, possui a tendência de se tornar ainda mais incômodo.
Entender e aceitar que cada um possui uma natureza intrínseca, com seus respectivos sonhos e objetivos, nos ajuda a tomar os cuidados necessários para aprendermos a respeitar a liberdade de escolha dos nossos filhos e auxilia-los com todos os cuidados necessários para a consumação de suas conquistas. E quem sabe... depois de vê-los felizes, partirmos para a conquista e a concretização dos nossos próprios sonhos. Está achando que é tarde para você? Pois pode ter a certeza que não o é! Basta você reviver os seus sonhos
com a mesma intensidade de outrora, acreditar em você mesmo e partir AGORA!, NESTE EXATO MOMENTO!, para a sua conquista. Afinal, como diz Geraldo Vandré em sua eterna obra: “QUEM SABE FAZ A HORA NÃO ESPERA ACONTECER”.
Pense nisso!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Ao exercermos o papel de pais e orientadores, podemos, se não tomarmos cuidado, cometer terríveis falhas, como no caso acima o de “querer transferir os nossos sonhos”. É muito comum escutarmos certos comentários de jovens casais, que ainda no período de gestação do esperado filho, demonstram querer planejar o seu futuro, os seus gostos, a sua profissão, etc. com a louvável intenção de evitar o máximo possível as decepções e dificuldades que certamente encontraram vida a fora, mas que tem o seu lado positivo na formação de seu caráter. E nessa tentativa errônea, de fazer com que o filho se torne aquilo que ele, talvez por falta de oportunidade, perseverança, etc., não conseguiu, acuamos os seus sentimentos, os seus sonhos e o verdadeiro motivo pelo qual veio à vida. Muitos pais se acham no direito de exercer sua vontade sobre os filhos, se esquecendo que “não somos seus pais”, mas que sim “estamos seus pais”, com a sublime missão e a responsabilidade de conduzi-los até certo ponto, tendo como base as nossas experiências, acertos, erros e os conceitos adquiridos nesta grande escola chamada VIDA.
Devemos então como pais e responsáveis pela educação de nossos filhos (consangüíneos ou não), passar os verdadeiros valores e a importância do “SER” alguém de bem, responsável, respeitoso quanto aos sentimentos alheios, amável, educado, honesto, ético, etc. e não do somente “TER” alguma coisa material. Pois o primeiro (SER) tem uma grande longevidade, ao contrário do segundo ponto (TER) que tem um tempo de vida curto; tão curto quanto dure a matéria.
Há muitos profissionais hoje em dia que não exercem as suas funções com a qualidade esperada pelo mercado, devido ao fato de não terem conquistado os seus sonhos, mas sim, os de outras pessoas. São pessoas infelizes, frustradas e que carregam em seus ombros um pesado fardo, que gradativamente, com o passar do tempo, possui a tendência de se tornar ainda mais incômodo.
Entender e aceitar que cada um possui uma natureza intrínseca, com seus respectivos sonhos e objetivos, nos ajuda a tomar os cuidados necessários para aprendermos a respeitar a liberdade de escolha dos nossos filhos e auxilia-los com todos os cuidados necessários para a consumação de suas conquistas. E quem sabe... depois de vê-los felizes, partirmos para a conquista e a concretização dos nossos próprios sonhos. Está achando que é tarde para você? Pois pode ter a certeza que não o é! Basta você reviver os seus sonhos
com a mesma intensidade de outrora, acreditar em você mesmo e partir AGORA!, NESTE EXATO MOMENTO!, para a sua conquista. Afinal, como diz Geraldo Vandré em sua eterna obra: “QUEM SABE FAZ A HORA NÃO ESPERA ACONTECER”.
Pense nisso!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Tuesday, August 07, 2012
"HOJE EU POSSO ESCOLHER"
Temos o “Livre Arbítrio” de escolhermos qual o caminho a seguir; e dependendo da escolha aproximar ou afastarmos as possibilidades de sermos verdadeiramente felizes. Vasculhando o meu arquivo pessoal, encontrei um texto muito bonito e oportuno do imortal comediante Charles Chaplim. Acredito que será de grande valia se nos atentarmos aos seus dizeres e os aproveitarmos colocando-os, em prática na nossa vida pessoal e profissional.
“Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite.
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer as águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter um trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus pela oportunidade da experiência.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei, posso gastar os minutos a me lamentar ou ficar feliz por ter o dia de hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser vivido da maneira que eu quiser.
E aqui estou eu, escultor que pode dar forma às idéias e utilidade às horas.
Tudo depende de mim.”
Sir Charles Chaplim
Pense em tudo isso! Somos realmente o principal escultor da nossa felicidade. Quais as ferramentas e os meios a serem utilizados para dar a “forma” à nossa “obra”, fica a critério de cada um de nós. Só não podemos mais tarde nos lamentar por não termos tido a oportunidade de havermos escolhido o caminho correto.
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
“Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite.
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer as águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter um trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus pela oportunidade da experiência.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei, posso gastar os minutos a me lamentar ou ficar feliz por ter o dia de hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser vivido da maneira que eu quiser.
E aqui estou eu, escultor que pode dar forma às idéias e utilidade às horas.
Tudo depende de mim.”
Sir Charles Chaplim
Pense em tudo isso! Somos realmente o principal escultor da nossa felicidade. Quais as ferramentas e os meios a serem utilizados para dar a “forma” à nossa “obra”, fica a critério de cada um de nós. Só não podemos mais tarde nos lamentar por não termos tido a oportunidade de havermos escolhido o caminho correto.
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Monday, July 23, 2012
“O RECHEIO DO NOSSO BOLO”
Uma das melhores invenções do homem é esta tal de férias, é como se déssemos uma trégua para o nosso corpo e principalmente para a nossa mente diante de tantas tribulações do nosso dia a dia.
Durante um certo período nos negamos a pensar nos nossos problemas, no nosso trabalho, nas contas a pagar, etc. e procuramos nos esconder atrás de uma apetitosa porção de camarão ou outro petisco qualquer, fingindo que não temos responsabilidade alguma e muito menos compromisso, nos deixando levar por uma bela paisagem e o balanço aconchegante de uma rede.
Mas, o período de férias também é uma oportunidade importante para fazermos um planejamento e elaborarmos as etapas que nos propiciaram a conquista de nossos objetivos e dos nossos sonhos. É uma ótima ocasião para pensarmos e repensarmos sobre as nossas ações norteando-as da melhor maneira possível, pois a realidade espera ansiosa o nosso retorno, cabendo a cada um de nós o correto preparo para à enfrentarmos, cara a cara, sem medo de ser feliz.
Analisando a seguinte frase: “Somos o produto do que pensamos”, percebemos como são importantes os nossos pensamentos e como eles afetam diretamente o nosso destino. Há uma fábula oriental que retrata muito bem a afirmação acima... Conta esta fábula que certo homem sem perceber, enquanto caminhava, entrou no céu e como estava muito cansado sentou-se debaixo de uma frondosa árvore e adormeceu profundamente. Segundo a crença do povo indiano, o céu é um lugar onde se realiza qualquer desejo, bastando apenas a pessoa imaginar, para que em frações de segundos aquilo que ela imaginou tome uma forma real. Este homem, desta fábula, ao acordar sentiu o estômago se contorcer devido a grande fome por que passava. Pensou quase que automaticamente: “Há... Que fome! Se aparecesse uma mesa farta neste momento, acho que a devoraria num piscar de olhos”, no mesmo momento, como num passe de mágica, apresentou-se a sua frente uma grande mesa com as mais saborosas guloseimas. Sem parar para pensar e se perguntar de onde tinha vindo tudo aquilo, o homem pôs se a comer e a saciar a sua mais básica necessidade.
Somente depois de se fartar é que o homem se colocou a observar minuciosamente o lugar onde ele se encontrava. No início o sentimento de curiosidade era latente, mas após alguns segundos, outro sentimento tomou conta das suas mais intimas fibras – o do medo, e com ele questões que precisavam de respostas tais como: “De onde teria vindo tudo aquilo?”, “Seria tudo aquilo algum tipo de feitiçaria?” deram lugar a um terrível pensamento: -“Acho que são espíritos perversos e horrendos que querem me devorar!”. No mesmo momento obedecendo ao seu pensamento, hora interpretado como desejo, apareceram terríveis espíritos e o mataram.
O RECHEIO DO NOSSO BOLO somos nós que escolhemos através dos nossos pensamentos. Se pensarmos e desejarmos coisas positivas elas se realizarão, assim como, da mesma maneira, se pensarmos e as desejarmos negativamente elas podem se tornar reais transformando a nossa vida em um verdadeiro inferno.
Precisamos constantemente nos lembrar que somos realmente o produto do que pensamos e que temos em nossas mãos o PODER de mudar o nosso destino, bastando apenas...QUERERMOS.
Pense nisso! O TEOR DO NOSSO RECHEIO SOMOS NÓS QUE ESCOLHEMOS!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Durante um certo período nos negamos a pensar nos nossos problemas, no nosso trabalho, nas contas a pagar, etc. e procuramos nos esconder atrás de uma apetitosa porção de camarão ou outro petisco qualquer, fingindo que não temos responsabilidade alguma e muito menos compromisso, nos deixando levar por uma bela paisagem e o balanço aconchegante de uma rede.
Mas, o período de férias também é uma oportunidade importante para fazermos um planejamento e elaborarmos as etapas que nos propiciaram a conquista de nossos objetivos e dos nossos sonhos. É uma ótima ocasião para pensarmos e repensarmos sobre as nossas ações norteando-as da melhor maneira possível, pois a realidade espera ansiosa o nosso retorno, cabendo a cada um de nós o correto preparo para à enfrentarmos, cara a cara, sem medo de ser feliz.
Analisando a seguinte frase: “Somos o produto do que pensamos”, percebemos como são importantes os nossos pensamentos e como eles afetam diretamente o nosso destino. Há uma fábula oriental que retrata muito bem a afirmação acima... Conta esta fábula que certo homem sem perceber, enquanto caminhava, entrou no céu e como estava muito cansado sentou-se debaixo de uma frondosa árvore e adormeceu profundamente. Segundo a crença do povo indiano, o céu é um lugar onde se realiza qualquer desejo, bastando apenas a pessoa imaginar, para que em frações de segundos aquilo que ela imaginou tome uma forma real. Este homem, desta fábula, ao acordar sentiu o estômago se contorcer devido a grande fome por que passava. Pensou quase que automaticamente: “Há... Que fome! Se aparecesse uma mesa farta neste momento, acho que a devoraria num piscar de olhos”, no mesmo momento, como num passe de mágica, apresentou-se a sua frente uma grande mesa com as mais saborosas guloseimas. Sem parar para pensar e se perguntar de onde tinha vindo tudo aquilo, o homem pôs se a comer e a saciar a sua mais básica necessidade.
Somente depois de se fartar é que o homem se colocou a observar minuciosamente o lugar onde ele se encontrava. No início o sentimento de curiosidade era latente, mas após alguns segundos, outro sentimento tomou conta das suas mais intimas fibras – o do medo, e com ele questões que precisavam de respostas tais como: “De onde teria vindo tudo aquilo?”, “Seria tudo aquilo algum tipo de feitiçaria?” deram lugar a um terrível pensamento: -“Acho que são espíritos perversos e horrendos que querem me devorar!”. No mesmo momento obedecendo ao seu pensamento, hora interpretado como desejo, apareceram terríveis espíritos e o mataram.
O RECHEIO DO NOSSO BOLO somos nós que escolhemos através dos nossos pensamentos. Se pensarmos e desejarmos coisas positivas elas se realizarão, assim como, da mesma maneira, se pensarmos e as desejarmos negativamente elas podem se tornar reais transformando a nossa vida em um verdadeiro inferno.
Precisamos constantemente nos lembrar que somos realmente o produto do que pensamos e que temos em nossas mãos o PODER de mudar o nosso destino, bastando apenas...QUERERMOS.
Pense nisso! O TEOR DO NOSSO RECHEIO SOMOS NÓS QUE ESCOLHEMOS!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Monday, July 16, 2012
ATENDENDO OS “CRIC” DO CLIENTE
Recebi um e-mail de uma leitora (que não quis ser identificada) da nossa coluna, com a seguinte questão:
- Caro Sr. Marcos trabalho como vendedora em uma loja e gostaria de algumas dicas para melhorar a forma de atendimento aos meus clientes. Com posso agradá-los ainda mais?
Cara amiga, fico contente por perceber que a nossa coluna está obtendo ótimos resultados ao despertar em nossos leitores a grande importância do “aprender” a lidar com os clientes contemporâneos.
Todos nós seres humanos trazemos na nossa bagagem evolutiva, certos aprendizados que instintivamente deixamos transparecer em momentos oportunos e que muitas vezes demonstram certas necessidades que precisam ser saciadas, para logo depois, partirmos para novos objetivos. Estas necessidades básicas também são detectadas em nossos clientes (internos e externos), as quais se bem trabalhadas podem resultar em um ótimo diferencial em atendimento.
Para facilitar a memorização, tomei a liberdade de abreviá-las em um único conjunto de letras – CRIC, onde temos:
1) A NECESSIDADE DO CLIENTE DE SENTIR-SE COMPREENDIDO;
2) A NECESSIDADE DO CLIENTE DE SENTIR-SE BEM RECEBIDO;
3) A NECESSIDADE DO CLIENTE DE SENTIR-SE IMPORTANTE;
4) A NECESSIDADE DO CLIENTE DE TER COMODIDADE.
Por isso, cara leitora e leitores da nossa coluna “MOTIVOS PARA CRESCER”, procure compreender o seu cliente exercitando a empatia (colocando-se em seu lugar) e satisfaça esta sua primeira necessidade. Receba-o com cordialidade, gentileza e extremo bom humor, faça com que ele se sinta como se estivesse em casa; imagine-o como sendo uma pessoa que a muito você conhece. Sentir-se importante faz muito bem para qualquer pessoa, nada substitui (de vez em sempre) um tratamento onde nos sentimos únicos e realmente valorizados. E por fim, proporcione a comodidade aos seus clientes tais como: Ofereça e leve a água, ou café, ou suco, etc. até ele; Carregue seus pacotes até o carro; Ofereça-se para preencher os cheques; e ao invés de filas procure usar o sistema de senhas e acomode-o em confortáveis cadeiras com revistas ou jornais atuais.
Mas uma coisa que não devemos jamais esquecer é de ter sempre o bom humor em alta e um largo e sincero sorriso estampado no rosto, além é claro de trabalhar constantemente para se ter um bom relacionamento dentro do ambiente de trabalho.
Um grande abraço e até a próxima semana!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
- Caro Sr. Marcos trabalho como vendedora em uma loja e gostaria de algumas dicas para melhorar a forma de atendimento aos meus clientes. Com posso agradá-los ainda mais?
Cara amiga, fico contente por perceber que a nossa coluna está obtendo ótimos resultados ao despertar em nossos leitores a grande importância do “aprender” a lidar com os clientes contemporâneos.
Todos nós seres humanos trazemos na nossa bagagem evolutiva, certos aprendizados que instintivamente deixamos transparecer em momentos oportunos e que muitas vezes demonstram certas necessidades que precisam ser saciadas, para logo depois, partirmos para novos objetivos. Estas necessidades básicas também são detectadas em nossos clientes (internos e externos), as quais se bem trabalhadas podem resultar em um ótimo diferencial em atendimento.
Para facilitar a memorização, tomei a liberdade de abreviá-las em um único conjunto de letras – CRIC, onde temos:
1) A NECESSIDADE DO CLIENTE DE SENTIR-SE COMPREENDIDO;
2) A NECESSIDADE DO CLIENTE DE SENTIR-SE BEM RECEBIDO;
3) A NECESSIDADE DO CLIENTE DE SENTIR-SE IMPORTANTE;
4) A NECESSIDADE DO CLIENTE DE TER COMODIDADE.
Por isso, cara leitora e leitores da nossa coluna “MOTIVOS PARA CRESCER”, procure compreender o seu cliente exercitando a empatia (colocando-se em seu lugar) e satisfaça esta sua primeira necessidade. Receba-o com cordialidade, gentileza e extremo bom humor, faça com que ele se sinta como se estivesse em casa; imagine-o como sendo uma pessoa que a muito você conhece. Sentir-se importante faz muito bem para qualquer pessoa, nada substitui (de vez em sempre) um tratamento onde nos sentimos únicos e realmente valorizados. E por fim, proporcione a comodidade aos seus clientes tais como: Ofereça e leve a água, ou café, ou suco, etc. até ele; Carregue seus pacotes até o carro; Ofereça-se para preencher os cheques; e ao invés de filas procure usar o sistema de senhas e acomode-o em confortáveis cadeiras com revistas ou jornais atuais.
Mas uma coisa que não devemos jamais esquecer é de ter sempre o bom humor em alta e um largo e sincero sorriso estampado no rosto, além é claro de trabalhar constantemente para se ter um bom relacionamento dentro do ambiente de trabalho.
Um grande abraço e até a próxima semana!
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
Sunday, June 10, 2012
LÍDERES ENDEUSADOS
Tenho um amigo que certa vez me contou um episódio que ocorrera em sua empresa. Tinha ele um ótimo colaborador que durante muito tempo havia prestado os seus serviços, de forma competente e exemplar em determinado setor da sua empresa, se mostrando aparentemente preparado para ocupar um cargo de liderança com todos os poderes e prerrogativas inerentes à função. Aconteceu porém, que este amigo empresário começou a notar um mudança de comportamento naquele seu funcionário em relação à sua equipe. Aquele ótimo funcionário deixou que o sentimento de orgulho lhe tomasse conta e completamente “endeusado”, começou a tratar os seus colaboradores com arrogância, estupidez e indiferença, resultando em uma série de reclamações, desmotivando a equipe e influenciando negativamente no resultado final do produto, no qual a equipe trabalhava. Depois das acareações pertinentes chegou-se a conclusão que aquele líder tinha uma dificuldade muito grande em saber como lidar com o poder. Para que aquele problema não tomasse proporções ainda maiores e afetando a empresa como um todo, o mesmo fora remanejado de função.
O mesmo problema é detectado em outros meios, onde as pessoas que detém o poder correm o risco de se perderem por completo. A edição número 379 da revista Época do mês de Agosto ddo ano de 2005 ano exemplificou muito bem com a matéria intitulada “As Tentações do Poder” abordou muito bem este tema. Segundo esta revista este problema foi o principal protagonista do escândalo político que nos últimos tempos vem assolando o nosso país. A matéria mostrava claramente como o poder havia ludibriado os que dele experimentaram pela primeira vez por inexperiência (ou seria ambição?), esquecendo por completo das suas responsabilidades e pagando um preço muito alto por tudo aquilo.
Certa história conta que em um país muito longínquo, tinha como rei um homem muito sábio e bondoso, além de ser muito amado pelo seu povo. Este rei tinha um jovem filho que hora ou outra abusava dos seus servos e súditos tal qual uma criança mimada e irresponsável que lida com o poder como se fosse um brinquedo. O rei notando no filho as suas más tendências, o convidou para que certa manhã o acompanhasse em uma cavalgada pelas terras do reino; prontamente o jovem príncipe se mostrou interessado em conhecer as propriedades que um dia seria sua. Caminharam durante alguns minutos e chegando no alto de um morro o rei parou e começou a observar em silêncio, lá embaixo, as belas paisagens. O príncipe se aproximando do pai perguntou: - PAI! UM DIA ESTAS TERRAS SERÃO MINHAS? O seu pai olhando-o firmemente nos olhos respondeu: - NÃO FILHO! UM DIA ESTAS TERRAS SERÃO EMPRESTADAS PARA VOCÊ, ASSIM COMO UM DIA FORAM EMPRESTADAS PARA O MEU BISAVÔ, PARA O MEU PAI E PARA MIM.(...)
Pense nisso! Nada nos pertence tudo nos é emprestado... até mesmo o poder! Se você o tem, seja grande ou pequeno aprenda a manejá-lo, para o seu bem, com justiça e com uma grande dose de humildade no coração.
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
O mesmo problema é detectado em outros meios, onde as pessoas que detém o poder correm o risco de se perderem por completo. A edição número 379 da revista Época do mês de Agosto ddo ano de 2005 ano exemplificou muito bem com a matéria intitulada “As Tentações do Poder” abordou muito bem este tema. Segundo esta revista este problema foi o principal protagonista do escândalo político que nos últimos tempos vem assolando o nosso país. A matéria mostrava claramente como o poder havia ludibriado os que dele experimentaram pela primeira vez por inexperiência (ou seria ambição?), esquecendo por completo das suas responsabilidades e pagando um preço muito alto por tudo aquilo.
Certa história conta que em um país muito longínquo, tinha como rei um homem muito sábio e bondoso, além de ser muito amado pelo seu povo. Este rei tinha um jovem filho que hora ou outra abusava dos seus servos e súditos tal qual uma criança mimada e irresponsável que lida com o poder como se fosse um brinquedo. O rei notando no filho as suas más tendências, o convidou para que certa manhã o acompanhasse em uma cavalgada pelas terras do reino; prontamente o jovem príncipe se mostrou interessado em conhecer as propriedades que um dia seria sua. Caminharam durante alguns minutos e chegando no alto de um morro o rei parou e começou a observar em silêncio, lá embaixo, as belas paisagens. O príncipe se aproximando do pai perguntou: - PAI! UM DIA ESTAS TERRAS SERÃO MINHAS? O seu pai olhando-o firmemente nos olhos respondeu: - NÃO FILHO! UM DIA ESTAS TERRAS SERÃO EMPRESTADAS PARA VOCÊ, ASSIM COMO UM DIA FORAM EMPRESTADAS PARA O MEU BISAVÔ, PARA O MEU PAI E PARA MIM.(...)
Pense nisso! Nada nos pertence tudo nos é emprestado... até mesmo o poder! Se você o tem, seja grande ou pequeno aprenda a manejá-lo, para o seu bem, com justiça e com uma grande dose de humildade no coração.
Por: Marcos Ângelo Alves
(Escritor, palestrante motivacional e consultor comportamental)
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